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Sobretudo


Só um oi pra levantar poeira

Passando por aqui só pra dar um oi. Fiz mais uns 3 ou 4 blogs que estão por aí, tão parados quanto este. É que resolvi mexer em velharia, memórias empoeiradas. Deu vontade, sabe?

E pra guardar melhor uma conversinha besta que tive com a Beta (uma das leitoras assíduas disso aqui, enquanto eu tinha alguma assuidade por aqui) no modernoso Facebook.

Comentei:

Revirando baús empoeirados. Interessante.



Escrito por Fabinas às 23h32
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Sobre Mudanças

 

Mudar faz parte do crescimento, da evolução. Nada é imutável. Deus me perdoe, mas até a fé muda.  Nada é imutável. Ainda bem. Se ficasse sempre tudo igual, tudo seria sempre muito chato. Adoro comida japonesa, mas não aguentaria (sem trema porque até o português mudou) comer comida japonesa todo dia. Tem mudanças boas, outras nem tanto. Rock in Rio, sem ser no Rio e sem ser Rock... bem, essa é difícil! Prefiro pensar nas boas mudanças, nas novidades. Experimentar, conhecer, misturar, desvendar! Descobrir um sabor novo, um som diferente, mudar o visual, enfrentar alguns medos.

Eu mudei algumas vezes além do básico "da adolescência para a maturidade". Já fui bem magrinha, malhava quase todo dia. Agora ando meio gorda, sem muita paciência para dietas e esportes. Já odiei o campo, a natureza. Morria de medo de bichinhos que voam e que, talvez, possam me picar. Não gostava da sensação do mato nas pernas. Fui a um passeio, me sujei de lama dos pés à cabeça, acho que poderia até ter morrido ou me machucado. Bem, estou aqui. E cada pedacinho do meu corpo se lembra com saudade da experiência - que repeti mais uma dezena de vezes e fiz questão de levar outros comigo. Enfrentar esta aventura me mudou. Essa coisa de aventura vicia. A gente fica procurando por aventuras.

Continuo medrosa, não sei dizer ainda se demais ou apenas o suficiente para minha auto-preservação. Isso vou descobrir quando mudar de novo. E quando isso acontecer, ficarei feliz pelo novo mundo que se abrirá para os meus olhos. Porque quando a gente muda, tudo muda! E se tudo mudar, não lute contra o movimento. Acompanhe, movimente-se, mude!



 



Escrito por Fabinas às 03h01
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E o tempo voa!

Não é que correu tanto que faz mais de dois meses que não apareço por aqui? Assim não dá!

O tempo anda voando, esfriando, resfriando, anda gelado e voando. Voando, saímos de janeiro e já estamos no inverno de julho. Já pararam pra pensar que para inverno virar inferno só tem um "v" no caminho? Inferno frio. Gelado. Talvez no inferno a gente não queime no fogo, não. Deve queimar no gelo...

O tempo sobrevoa minha vida. Eu olho meu reflexo por aí, em janelas, vidros, vidraças, na colher de sobremesa e lá estou eu. Ainda japa, com uma cara meio esquisita, ora bonita, ora assim meio feia. Afinal não me tornei a Jill de "As Panteras" (a versão da década de 70).

Eu tinha certeza de que quando eu crescesse ficaria igualzinha à Farrah Fawcet.

Sem o menor senso desde pequena.

 Se ainda acreditasse que ficaria como a Sabrina, talvez eu tivesse alguma salvação.

Claro que entre a Sabrina e eu, ainda prefiro a Farrah.

Mas até que gosto de mim do jeito que sou :)

O tempo está passando e nunca pensei que chegaria tão perto dos quarento com tanta vontade de ainda ter 26. Vamos ver o que faremos sobre isso... O tempo voa, logo estou com quarenta anos. Mas a cabecinha de 25 ainda tá mandando - e odiando ser chamada de senhora por moças mais jovens que têm filhos adolescentes.



Escrito por Fabinas às 18h46
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Traumas Reais

Eu não quero saber do casamento do Principe William. O dos pais dele já causaram muitos estragos na minha vida. Quando eu vi na TV, aos meus 5 anos de idade, fiquei tão empolgada que corri pra minha mãe dizendo "quando crescer, vou me casar com um príncipe. Ela disse: "mas no Brasil não tem príncipes." "O que tem então?" perguntei. Ela disse: "aqui tem presidente". Disse então que eu ia me casar com um presidente. O problema é que todos os presidentes que assumiram o governo desde que eu tomei essa decisão já eram casados - e meus valores me impedem de desmanchar lares. Quando finalmente temos um presidente livre e desimpedido, ele é ela. Mesmo que eu fosse homossexual, não rolaria. Ela não faz o meu tipo...



Escrito por Fabinas às 02h14
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Mais velha ou mais feliz?

Um amigo mandou os parabéns antecipados pelo meu aniversário, que é nesse sábado agora. Respondi que fiquei feliz por ele ter se antecipado, porque costumo comemorar logo no começo de abril e só paro dois meses depois. Ele me perguntou "mas... por que isso?". Bem... porque é muito bom comemorar a vida!

Vejo duas maneiras de encarar aniversários: uma é achando ruim, porque teremos menos um ano de vida pela frente, pq a morte esta mais perto.

A outra maneira, é comemorar tudo de bom que a gente realizou até agora. Lembrar dos amigos, das alegrias e lágrimas. E pensar sobre tudo mais que ainda esta por vir. Com o tempo, essas coisas todas começam e ficar grandes demais pra gente conseguir comemorar tudo num só dia. Daí alguém diz: "com um mundo desses não faz sentido comemorar nada." Eu acredito que devo comemorar cada inspiração e respiração que faço. Cada som que escuto, cada sabor que eu sinto, cada raio de sol ou pingo de chuva que encostam em minha pele. Cada cheiro que sinto, cada abraço que recebi... como poderia não comemorar coisas tão maravilhosas?! E como posso simplesmente "jogar a toalha" se as coisas não estão tão boas? Aniversários servem pra gente carregar as pilhas, arregaçar as mangas e continuar fazendo e acontecendo!

Feliz aniversário a todos os aniversariantes e desaniversariantes!

 



Escrito por Fabinas às 15h33
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Não queria

Não queria ter cabelos brancos

Não queria ficar careca

Não queria adoecer

Não queria engordar

Não queria emagrecer

Não queria ganhar rugas

Não queria ficar fraca

Não queria perder a memória

Não queria ver meus peitos caírem

Não queria ter celulite e estria

Não queria ter mais medo hoje do que ontem

Não queria ver meus pais envelhecerem

Não queria ver meus amigos brigarem

Não queria ver meus pais partirem

Não queria ver minha irmã partir

Não queria ver meus amores partirem

Não queria ver meus amigos partirem

Não queria ver meus amigos partirem

Não queria ver meus amigos partirem

Não queria ver meus amigos partirem assim, sem se despedir.

Mas quero viver.

Então devo querer tudo o que vem com a vida. Mesmo o que eu não queria.

 

Meu mesmo. Da minha cachola, do meu sótão, da minha cabeça, pra quem quiser ver, antes que eu parta um dia.



Escrito por Fabinas às 15h12
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"Minhas Férias"

Pois é... o blog tá virando coisa semestral. Não cumpri essa parte da promessa para 2009. E já comecei torta, porque comecei a escrever isso em janeiro, já estamos em março e não publiquei mais nada porque eu queria terminar isso primeiro!!! E agora já estou em julho e ainda não publiquei... vergonha!!!

Começando com relatos sobre minhas férias.

Não foram espetaculares. Mas valeram a pena.

Fomos, namorado e eu, pra Cambury - Litoral Norte de São Paulo. Se pudesse iria pra mais longe por mais tempo. Mas depende de tempo de $. Ou melhor, $$$. Cambury não é o lugar mais barato do mundo, mas é muito bom. Nunca havia ficado praqueles lados. De litoral norte só conhecia "Caragua" e "Ubachuva".

Comecemos um pouco antes da nossa viagem. Na pesquisa sobre "onde vamos ficar" acabamos conhecendo um site ótimo de classificados de pousadas e pacotes turísticos. http://guiadolitoral.uol.com.br/ 

Lá encontramos a pousada Villa Cambury (http://www.vilacambury.com.br/), uma pousadinha pequena com suítes e "chalés" (estavam mais para sobradinhos) bem jeitosinha, calma (era tudo o que eu queria! tranquilidade!!!) e, o melhor, por um preço bem bacana! Só faltava ser "pé na areia" - fica a quase 1km da praia. A pousada tem infra para fazer churrasco, cozinhas com utensílios nos chalés, televisores nos quartos, mesa de sinuca (não sei diferenciar essa da de bilhar...) e uma piscininha simpática. As fotos que estão no site respondem bem ao que encontramos. Sim, o dono da pousada tem um cuidado especial com as plantas. Só faltava o ar condicionado e a telinha nas portas e janelas (que o Ronaldo, o dono, garantiu que não adiantam de nada). Ele mora lá com sua esposa e filha. Ah! O café da manhã está incluso!

Decidido o local, foi a correria de sempre: ver o estado dos biquinis, do guarda-sol, cadeira, canga, roupas de férias, protetor solar, carro (mandar pra revisão), alguma comidinha pra levar, etc, etc, etc. Bem, nem é tão corrido assim. São os preparativos de sempre!

Pegamos a estrada na terça, 5, antes do almoço. Passando Bertioga encontramos um McDonalds na estrada. Eu não fazia a menor questão que fosse lá, mas o estômago já estava berrando de tanto reclamar da hora passada do almoço. Com isso, chegamos à pousada por volta das 15h00. Descarregamos e ajeitamos tudo. Pagamos a segunda parte do combinado. Metemo-nos em trajes de banho (GRAÇAS A DEUS!) e corremos pra praia mais próxima. Fomos a Cambury. Não tinha um lugarzinho pra parar o carro! E encontrar a entrada da praia então?

Detalhes para quem não conhece a região: a praia nessa altura é bem escondida por muros de condomínios e hotéis. Há corredores estreitos que levam às prais. Para facilitar, há uns portais de madeira (bonitos até) nomeando as entradas para a praia, mas pra quem não está acostumado, como nós, foi meio chato entender o lugar. Vimos uns grupos de biquinis, guarda-sóis e cia saindo de um carro. Estacionamos e seguimos o grupo. E lá estava ela, linda, a praia de Cambury.

Armamos o barraco, ou melhor, o trio guarda-sol, cadeira e canga. Eu não aguentei e fui a primeira a mergulhar. Sou doida pelo mar. Tô me lixando pra areia e pra essas histórias de ficar estirada que nem lagartixa pra pegar o tal bronze. Depois de ter dirigido por mais de três horas eu queria mais era o frescor do mar - que estava morno, delicioso! Depois de um tempinho, lembrei que havia deixado um namorado "cuidando das coisas" lá na areia. Voltei correndo pra ele poder cair na água.

"Num quero".

COMO ASSIM "NUM QUERO?!" pensei. Era um absurdo. Depois de todo o calor e dor de cabeça que enfrentamos, o cara queria ficar ali torrando? Azar o dele! Voltei pra água. Devo ter ficado umas duas horas direto lá na água. Daí até eu me cansei e achei interessante a idéia de cochilar na canga, afinal, o sol já não estava tão forte. 

Insisti para ele aproveitar e cair na água, enquanto não esfriava (?!) demais pra isso. Bem, esfriar eu garanto que não esfriou. Mas tem gente que confunde escurecer com esfriar, né? 

Por fim, uma hora ele decidiu nadar. E quando falo nadar, é nadar mesmo. O Rogério dá cada braçada no mar, como se estivesse em uma piscina tranquila. Se quisesse, sei que poderia fácil ser nadador profissional. Eu fiquei lá, curtindo o tempo. Pra ser sincera, não lembro se li nesse dia, se tirei fotos, nada. Acho que estava tão cansada que misturou tudo na cachola. Ah! Lembrei que no fim da tarde bateu uma ventania maluca que começou a levar tudo embora. Um guarda-sol alheio fugiu de seu dono e veio direto pra minha cabeça enquanto eu tentava fechar o meu, que inverteu-se com o vento. Segurei o fujão com uma das mãos e o dono, meio sem graça pediu um trilhão de desculpas. Lógico! Não tinha o que desculpar! Era a natureza expulsando todo mundo, não? O meu guarda-sol, coitado, entortou todo, mas ainda dava pra usar. Decidimos guardar tudo no carro pra poder andar pela praia juntos. Fomos até um rio, que separa Cambury de Camburizinho. Como não conhecíamos, decidimos não arriscar entrar. Durante a caminhada, garoou, choveu, parou. Depois decidiu chover de vez. Mas sempre com o clima muito quente!

Voltamos pra pousada por volta das 19h30 - parecia 17h30 de tão claro! Tomamos banho, nos arrumamos e NÃO saímos pra jantar. Estávamos tão cansados que não tivemos ânimo pra sair e procurar um lugar bom e barato para jantarmos. Passamos com bolachinha e gatorade. Acho que brincamos na mesa de sinuca.

Dia seguinte fomos para Camburizinho.

Eu estava com uma dor nas costas, no alto, mas abaixo do pescoço e nuca. Já fui pras férias assim, mas estava incomodando mais. Achava que era só tensão das coisas de fim de ano. Alguns mergulhos e tudo estaria bem. Fiquei um tempão nadando em Camburizinho. Mesma rotina com acréscimo da leitura do livro Crepúsculo (merece um post à parte). Preocupada, levei saquinho à prova dágua, e, toda vez que ia mergulhar, metia o livro no saco. Minhas costas piorando ao invés de melhorar. Comecei a sentir náuseas. Uma das mais fortes foi quando levantei bruscamente da cadeira para puxá-la acompanhando a sombra, a pedido do Rogério. Eu nem tinha percebido, porque estava compenetrada, lendo. Ao levantar, a coisa pegou. Doeu que nem consegui falar pro Rô. Pedi para trocarmos - ele pra cadeira e eu pra canga. Coloquei o livro no chão, fiz uns alongamentos e decidi cair no mar. A maré subiu e molhou tudo lá: canga, bolsa térmica, cadeira e livro. O coitado voltou pra São Paulo cheio de areia!

À noite fomos a Cambury buscar um lugar legal pra comer. Decidimos pelo Ticura. Comemos um peixe com molho de camarões M A R A V I L H O S O ! ! ! Valeu o investimento! Aproveitei para comprar um Dorflex pra minha dor.

As costas? Foram piorando. Não consegui dormir de dor. Cada vez que virava de lado acordava com a dor. Quinta de manhã liguei pro convênio que passou endereço de pronto atendimento. Conversei também com o dono da pousada, que indicou o pronto socorro em Juquehy. Lotado e sem médico. No de Maresias, vazio e sem médico. Fomos a São Sebastião, no hospital indicado pelo convênio. Demorou mais de hora para ser atendida - isso já eram quase 14h00!

Médico bonzinho, um doutor aposentado - desses que se aposentam em São Paulo e vão morar na praia, sabe? Passou uma injeção para a inflamação nas costas. Não pediu raio-x nem olhou as costas. P. injeção doída do c.! Já tomei muita injeção na vida - inclusive muita bezetassil - mas essa ganhou o prêmio "dor mais intensa e indescritível". Senti queimando minha perna por dentro por alguns minutos. Pelo menos uns quinze! Acho que a lógica da injeção era essa: desviar a atenção da dor na coluna.

Quando a enfermeira - UM DOCE! - aplicou a injeção, viu minhas costas. Sugeriu que eu fosse num massoterapeuta muito bom que atendia do outro lado da rua. Sabe que até que foi bom ter travado minhas costas? Caso contrário, não teria tido a massagem que tive. O rapaz foi fantástico! Numa próxima postagem coloco aqui o nome, telefone e eteceteras dele se alguém tiver interesse.

Nisso tudo, o Rogério foi um amor me levando pra cima e pra baixo, querendo saber com a atendente quando é que iam me atender. Ele dirigiu neste e nos outros dias que ficamos por lá - e olha que ele ODEIA (como eu) dirigir um carro que não é dele. O "meu" carro, na verdade, é da minha família. Então...

No dia do lance das costas, o massoterapeuta comentou que Toque-Toque Pequeno é maravilhoso! Ele cresceu ali!!! Meus amigos viviam falando de Toque-Toque. Logo, saindo da maca, convenci o Rô a irmos pra lá.

Já eram umas 16hs e estávamos com o estômago colado nas costas! "Encontrei" um Açaí na Tigela muito bom pra gente tomar. E nadamos bastantão nesse dia quente de doer. Minhas costas demoraram um pouco para voltar ao normal - o massagista falou que levaria alguns dias. Mesmo assim, deu pra aproveitar.

A noite... não lembro onde comemos. Afinal, faz três meses que comecei a escrever isso aqui e não termino NUNCA!

Tá, acho que lembrei: foi num restaurantezinho em Maresias. Não gostei muito do lugar: apresentavam uma promoção para um determinado prato, mas o valor, no final, foi quase o que pagamos no Ticura e a qualidade estava bem inferior. Antes tivéssemos ido num boteco que vi enquanto procurávamos. Como chegamos meio tarde, saímos meio tarde do restaurante. Devo confessar que o lugar ficou escuro, meio deserto e dava até medo de andar com cara de turista por ali.

Dia seguinte, a gente foi numa praia que vi no guia de praias que havíamos comprado ainda em São Paulo. Não lembro o nome agora, mas lembro que não gostamos muito.

Desisto de terminar os relatos detalhados, porque nem devo me lembrar mais. Em resumo, gostei muito da praia da Baleia e de Toque Toque Pequeno. Fantásticos. O restaurante Ticura também valeu muito a pena! Para as garotas: não esqueçam de levar de casa coisas para prender o cabelo. Um elastiquinho que aqui custa uns R$ 0,20, lá numa barraquinha saiu por R$ 2,00. Não, não errei as vírgulas.

Vale comentar ainda de um minishopping que tem lá, em Cambury, com meia dúzia de lojas e um restaurante de espetinhos bem gostoso. Claro que não lembro mais o nome. Se lembrar, um dia eu edito isso aqui.

O que valeu a pena em Cambury e região (Juquehy, Maresias, etc...):

  • Pousada: Villa Cambury - www.vilacambury.com.br
  • Praia: Toque-Toque Pequeno e Baleia
  • Restaurante: Ticura
  • Massoterapeuta e acupunturista ÓTIMO!: Coloco aqui num futuro próximo.


Escrito por Fabinas às 12h26
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+ Patins!

Desde essa primeira vez (contada logo abaixo) patinei mais três vezes! Uma, fui perturbando amigos que foram caminhar numa pista em Barueri. Infelizmente o pavimento ali está bem irregular para as rodinhas de quem ainda é meio desequilibrado. Caí duas vezes.

Depois, convenci meu pai no fim de semana retrasado a ir comigo no Villa Lobos. Ele alugou um triciclo pra ele, mas não pudemos andar juntos, porque onde eu patino lá não pode ter circulação de bicicletas. Então, foi como ir patinar sozinha. Caí uma vez.

Domingo passado fui novamente, dessa vez sozinha. Deu vontadona, não tinha ninguém pra ir comigo, "fui-me eu-ma comigo-me mesma" e as rodinhas. Já estou conseguindo calçar os patins num terreno mais irregular e ir até a parte mais lisinha sem problemas. Mas o friozinho na barriga é constante. Caí duas vezes e meia (o que seria a terceira queda foi apenas um desequilíbrio absurdo, digno de uma comédia pastelão).

Sobre rodar, é fantástico! Não sei se a vontade que era grande demais, mas é como meu primo disse: parece que a gente tá voando (pelo menos naqueles dois segundos em que me sinto segura para relaxar e sentir isso). Não dá vontade de parar. Aliás, dá vontade de acordar às 05h00 pra ir patinar quando o parque está abrindo antes de trabalhar. Pena que está frio...

A gente vai rodando e sente cada pedacinho do chão sob os pés, deslizando. Mal espero para pegar mais prática. Quero me sentir confortável, fazer movimentos livres como vejo o pessoal que patina por lá com mais experiência fazer.

Engraçado o quanto sou influenciável. Se vejo alguém patinando rápido por perto, já me desespero. Se vejo alguém fazendo algum movimento diferente no patins, sinto que é como se fosse eu fazendo. Daí eu caio, despenco, toda desequilibrada, como seu eu tivesse tentado fazer o tal movimento. Se ouço sons de crianças em bicicletas se aproximando por trás, ou pela frente, já me desespero. Se vejo outra pessoa na mesma situação que eu, também me desespero. E fico pensando: devia existir uma camista com os dizeres "cuidado: patinadora em treinamento", igual aos avisos de carros de autoescolas. Mas acho que as joelheiras, cotoveleiras e luvas, mais o meu olhar de desespero, acabam bastando.

O legal dessa experiência é ver e ouvir outras vidas em volta em experiências similares ou não. Foi muito bom ver um pai com duas filhas na faixa dos 7 a 10 anos que o ensinavam a patinar. Elas patinavam com a facilidade de quem nasce com rodas no lugar dos pés. O pai, parecia um pato (como eu), tentando patinar. Ele também estava de joelheiras, luvas e cotoveleiras. E uma incrível falta de equilíbrio! Também foi bom cair sozinha e outros patinadores desconhecidos virem ajudar, ver se eu estava bem, dar uma mão para levantar. E ver aquele pessoal fazendo coisas incríveis sobre as rodas, andando de costas, de frente, de lado, com um pé só... e tem o pessoal que gosta de correr. Deve existir corrida de patins, né?

Há duas semanas, um desses "corredores" passou por mim e gritou "dobra mais os joelhos!!!" Dobrei e caí. Ainda não sei andar com os joelhos mais dobrados do que tenho feito.

E que inveja de umas meninas esguias, andando com uma postura linda! Eu pareço uma macaca, toda curvada pra frente, para evitar que o peso da retaguarda puxe meu corpo para trás. Foi meu primo quem falou para colocar o corpo mais pra frente. Acho que tem de começar assim mesmo.

De qualquer maneira, já consigo dar umas relaxadas. Sempre por poucos segundos. Toda hora preciso ficar pensando "se cair, não faz mal; a gente levanta. Se cair, pode até doer, mas não tem problema: você tá de luvas... lembra de apoiar os cotovelos, que estão protegidos... não tem problema cair." De repente o pensamento vai para "não vou cair. olha só, tô conseguindo! Não vou cair!!!" Então decido desencanar da concentração. É aí que eu caio. Então, depois que arrumo um jeito de ficar de pé novamente, começa a mentalização tudo de novo.

 



Escrito por Fabinas às 15h21
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Patinei. Literalmente.

E não é que foi bom?

Infelizmente só patinei uma vez, no feriado de Corpus Christi (último dia 11). Eu tinha um monte de coisas pra fazer e, como a previsão do tempo avisou que iria chover, reservei a manhã pra fazer o monte de coisas que tinha pra fazer dentro de casa (trabalhos, arrumar meu quarto, etc).

Daí não choveu. Saiu logo cedo um solzinho sem vergonha de fraco. Larguei tudo! Liguei pro meu primo - que havia se disposto a me ensinar a patinar. Ele mora perto do Morumbi/Santo Amaro. Eu, Osasco.

Liguei.

Perguntei: "Você vai fazer alguma coisa hoje, agora de manhã?"

Ele: "Não".

Eu: "Vamos no Villa pra você me ensinar a patinar?"

Ele: "Pode ser. Vamo lá!"

 

Combinamos para dali a uma hora. Lógico que eu atrasei. Ele também. Eram umas 12hs e lá estava eu, calçando os patins pela segunda vez na vida (até parece que eu não ia experimentá-los logo que ganhei, no corredor de casa mesmo!).

Levantar do chão já foi um sufoco. Ainda bem que meu primo tava lá. Coitado... teve de me aguentar por umas duas horas! Eu, andando devagarinho e ele, do meu lado, os patins dele fora de seus pés. Caí umas três vezes. As três, quase parada. Duas quando virava. Foram todas quedas lentas - graças ao primão -, dessas que nem podem ser chamadas de quedas mesmo. Descobri que estou gorda, porque o bumbum amaciou bastante cada uma delas. Realmente senti meu bumbum como se fosse uma almofada. Bem que um amigo comentou que minhas nádegas andam mais proeminentes que de costume...

Apesar de ter andado devagarinho e de ter descoberto que a retaguarda anda maior que o normal, não é que adorei a experiência? Quero treinar mais! Quero andar mais!!! O galho é ficar perturbando os outros pra me pajear enquanto não sei andar direito ainda. Em parte, por isso, ainda não patinei de novo desde aquele dia - e olha que já foram muitos!

Semana que vem vou ver se patino de novo. Uma amiga disse que é ótimo para perder peso. Acho que deve ser ótimo para desestressar - meu primo disse que, depois que se pega prática, se o chão for bem lisinho, parece que você está voando...



Escrito por Fabinas às 18h38
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Quebradeira

Pois é... prometi escrever no blog pelo menos uma vez por semana.

Sexta-feira essa promessa completa 6 meses.

Como diria Charlie Brown, na versão dublada do desenho, "Que puxa..."

 

Sobre os patins, já foram ganhados. Já comprei a joelheira & cia. Falta o tempo pra ir andar.

Estrela? Vixi!

1 Livro por mês? Vixi!

Emagrecer? Vixi, Vixi, Vixi! Pensar nisso depois da feijoada de hoje... ai, ai!



Escrito por Fabinas às 16h30
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Promessas para 2009

Escrever no blog

Escrever no blog

Escrever no blog

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Pelo menos uma vez por semana.

Se vc é um leitor assíduo e inconformado com as teias de aranha e poeira por aqui, pode mandar recados incomodando para eu ficar com vergonha e não deixar de escrever.

Outras promessas - algumas, as mesmas de 2008:

  • Ler pelo menos um livro por mês - descobri que ainda gosto de ler!!! (essa merece uma postagem posterior com detalhes)
  • Emagrecer os 10kgs que ganhei na época que estava trabalhando em casa
  • Aprender a patinar
  • Aprender a virar estrela
  • Ir atrás do livro da minha tia - pessoa simples, escreveu um livro com uma parte da história da nossa família. Preciso ir atrás para ver se consigo editá-lo...


Escrito por Fabinas às 13h09
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Estou cansada e revoltada!

http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/noticias/75311_comentarios.shtml

Fecharam o lugar que eu mais amo (até o momento): PETAR. Parque Estadual e Turístico do Alto do Ribeira, conhecido pela grande quantidade de cavernas na região. Depois que passei por lá pela primeira vez, há quase 10 anos, minha vida mudou. Não, não é anúncio no estilo "Polishop" ou similares. Isso é a mais pura verdade! Real. Voltei forte, entendendo o que é a vida! Por isso, procuro voltar lá de vez em quando. Com isso fiz amizade com alguns moradores de lá. *suspiro*

Preocupa-me agora ver o que será desse povo, que nos últimos anos descobriu uma maneira de viver sem precisar apelar para a extração ilegal do palmito, por exemplo. O turismo mudou a população local de uma forma mais que positiva. Muitos voltaram a estudar. Todos fazem cursos para entender a sua região. Pessoas únicas!

Preocupa-me também a preservação. Aparentemente o Petar foi embargado por problemas na sua administração, por não estar adequada para receber turistas. Porém, por que algo assim não foi feito há 10 anos, quando fui pela primeira vez e os guias ainda estavam mal preparados, qualquer um podia entrar numa caverna sem um guia credenciado? Porque foi assim que fui da primeira vez: com um pessoal que estava lá passeando, uma excursão alheia que encontramos por lá a qual nos juntamos. O "guia" na verdade era a pessoa que organizou o passeio. Um professor que sempre vai pra lá a passeio. Gente boa, mas será que estavam preparados? Mais de 40 pessoas no grupo... pensando hoje, foi arriscado.

Hoje já não é mais assim. Já estão se organizando de uma forma boa. Não precisava embargar. Precisa solucionar.



Escrito por Fabinas às 16h37
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Nada

Nada na cabeça. Estranho, porque sempre que estou ocupada, vem milhares de histórias invadindo minha alma com vontade de aparecer por aqui. Mas preciso me concentrar. Não posso parar o que estou fazendo só para desenvolver por aqui, meu prazer sem fins lucrativos, essas idéias tantas que mal me deixam trabalhar.

Então decido por uma pausa. Estou cansada demais para voltar ao trabalho. Entro no blog. Acho que as idéias têm medo do palco: elas simplesmente desaparecem. Assim! Puf!!!

Não sei por que, ultimamente ando com vontade de aprender a plantar bananeira. Não literalmente, mas a brincadeira de ficar de cabeça pra baixo. Sei que meus braços não têm força para que eu consiga fazer isso neste momento (engordei uns quilinhos e deixei de fazer condicionamento físico faz tempo). Mas a vontade é tão grande... quanto a vontade de virar estrela. Nunca consegui isso quando era criança. Morria de medo de cair e me machucar. Acho que cresci assim, com medo. Não chego a ser uma medrosa fora de controle, como a gente via o Salsicha e o Scooby Doo nos desenhos. Mas sei que sou medrosa. Sou mais ousada do que muitos, mas poderia ser tanto mais! Tem tanta coisa que tenho vontade de fazer e não sei por que não faço. É como se eu me sentisse ser maior dou que sou de fato. Então me frustro comigo mesma. e me sinto assim... como um nada.

Disse que sou mais ousada que outros. Pode ser pelo excesso de inspiração, que acaba explodindo em algumas ações meio tortas. Entortadas pelo medo, claro.

Outro dia tive um dia muito agradável com meu namorado. Saímos mais cedo da escola de música, um sábado lindo, com um sol alto, mas nada irritante. Falei pro gostoso:

- Gostoso, vamos prum parque?

Ele respondeu: 

- Ah, Fá...

Insisti:

- Gostos, vamos prum parque! O dia tá lindo!

Ele:

- Ah, Fá...

Tive de prometer que a gente ia lá e se sentaria sob uma árvore. E que eu deixaria ele cochilar. Não iria perturbá-lo pra gente fazer caminhadas ou corridas. Então fomos. Preparei uma mochila de livros, uma canga para estender na grama e fomos. Parque cheio, mas lindo. Encontramos um canto com sombra no meio de um gramado. Ficamos lá: ele dormindo, eu, ora lendo, ora observando a vida alheia, ora cochilando, ora pensando... quando ele cansou de dormir e eu de ficar ali parada, começamos a nos cutucar. Fazemos isso quando não temos o que fazer. É engraçadíssimo, porque ele morre de cócegas e normalmente não acerta muito bem fazer as cócegas em mim.

Vi então umas crianças com a família. Elas estavam tentando virar estrela. Parece que isso contagiou outras pessoas em volta. Vi uns grupos de jovens e até um pessoal mais adulto virando estrelas. Pensei "quero fazer isso também". E lá fui eu, meio tonta que sou, tentar virar estrela pela primeira vez aos trinta e poucos anos. Tentei várias. Falei:

- Namorado, me ajuda!!!

Ele, rindo muito:

- Ó: corre até lá do outro lado, vem correndo e vira.

- Assim vou cair!

- Vai nada! Vai ficar igualzinha a Dayane dos Santos.

 

Com raiva, fiquei tentando - e me divertindo a cada tentativa frustrada. Se quando eu era criança soubesse que cair na grama não doía, acho que hoje eu seria menos nada.



Escrito por Fabinas às 22h33
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Ética e Estética

Difícil essa história de cassação. Imagina só: você é um político. Mais: você é um líder no senado. Mais ainda! Você é o presidente da Casa!!!

Ou você é o presidente do Brasil.

Você lutou muito para alcançar esta posição. Mas você é um ser humano como todos, que comete seus deslizes, comete erros. Por isso, com o tempo, a gente aprende a conviver e a aceitar os nossos próprios erros. Aprende que nossos erros, talvez não sejam tão errados assim. Principalmente se mais gente concordar com essa idéia.

Quando uma denúncia surge, ela pode ser verdadeira ou não. Tua imagem ficará abalada para sempre. Todos são inocentes até que se prove o contrário - na teoria. Daí surge o desespero. Você faz de tudo para limpar tua barra e não perder tudo, certo?

O cara foi julgado pela quebra de decoro. E foi absolvido. Justamente, já que quem não deixaria de aceitar o pagamento das despesas pessoais por terceiros, não? Não importa se quem está oferecendo o presente é uma empresa contratada pelo serviço público. Justamente! Amizades surgem também no trabalho, não? E se errou em aceitar o presente, bem... ele é humano, como todos, não?


O CARA FOI ABSOLVIDO!!! PRECISAVA DE 41 VOTOS PARA LEVAR O CHUTE! Ganhou 35 votos contra 40! (ou algo assim). 35 votaram pela cassação. Mas curiosamente 43 parlamentares disseram ter votado pela cassação. Tem alguma coisa errada aí: alguém forjou a votação, não? Alguém sabotou a urna eletrônica. O painel de votação, os papéizinhos com as opções "fica" e "cai fora!" ou sei lá o que eles usam pra esse tipo de situação! Só pode, não? Porque político não mente, certo? Para ser político é preciso ser íntegro, ético, de moral inabalável, sincero, perfeito.

E daí vem uns especialistas e dizem que a culpa é do povo, que não sabe escolher seus políticos. Então, devia ter na escola a matéria: "mentira". Sim, uma matéria que só tratasse desse assunto. Mentira. 5 anos de aulas de mentira poderia apurar a percepção do povo brasileiro em relação às mentiras das namoradas, dos amantes, dos filhos, as que os políticos contam e até as mentiras da imprensa (imprensa mente também, nem que seja ao manipular a exposiįão dos fatos). Então, a culpa é do governo, que não cria uma lei exigindo a matéria "mentira" na grade curricular do ensino fundamental.

Mentiras, como os pós, bases, blushs, sombras, batons, botox, lipos, chapinhas... o povo brasileira está entre os maiores consumidores de produtos de beleza e clientes de cirurgiões plásticos do mundo! Aqui onde moro há cerca de 1 salão de beleza para cada 10 habitantes. Não sei como vão sobreviver, mas tão aí, concorrendo. Tá, exagero meu. Mas tá cheio!

Como um povo acostumado com tanta mentira na sua própria vida (quantos anos você tem? trint... vinte e cinco) pode não perceber as mentiras dos políticos? E como, percebendo as mentiras, pode ficar quieto?! Pode ficar pacífico diante tamanha palhaçada?! Como hoje, o "day-after", o povo pode estar trabalhando normalmente, falando do jogo do 3 a 1 do Brasil sobre o México? Como ninguém está de luto hoje?! Ou não tem ninguém marchando pra Brasília pra tentar desmascarar esse monte de mentiras???!!!

Ah! Isso não tem uma estética agradável, né? Eu teria de parar minha vida pessoal por isso - e isso não dá. Tenho filhos pra levar pra escola, meu trabalho para entregar. E pra isso que eu voto. Pros políticos resolverem essas pindaíbas. Sei lá se o cara foi acusado certo?! E se foi tudo uma armação pro indivíduo? Alguém que não gosta dele, armou tudo - igual mostram na novela. Coitado, né? Com certeza deve ter sido armação. Pra parar alguma coisa que devia ser votada, pra desviar a atenção.

É... bem, tem mais dois processos contra o cara. E O CARA NÃO RENUNCIA! Lógico: lutou tanto pra chegar lá! E os erros dele, bem... não devem ser tão errados assim, né? São só mais dois processos... 3? Ah! Tem um punhado ali. Deve ser tudo armação. Igual fizeram com o Collor... por que mesmo que derrubaram ele? E tão rápido?



Escrito por Fabinas às 11h56
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Inspirando

Eu era meio presa sim em casa. Mas eu mesma me prendia, porque achava que quem saía demais... bem... se perdia na vida. rsrsrs

Eu tinha uns 19 anos, meus amigos de cursinho passaram em casa num sábado início de noite gritando "vam pra praia vê a lua!!!".

Na minha cabeça ir pra praia implicava em:
1. alugar uma casa;
2. só em feriado prolongado;
3. é viagem, pô! não é igual ir ao shopping!!!

Meus pais não estavam, então usei isso como desculpa pra não ir. "Não vou se não puder avisar meus pais ANTES de ir." Meus pais chegaram bem na hora (rsrsrs). Falei com a minha mãe, já imaginando a resposta

"Cê tá doida?!"

Daí ela respondeu:

"Pergunta lá pro teu pai. Ele tá lá na rua."

Fomos todos. Eu, meus 4 amigos armários e mais duas amigas. Minha mãe:

"Olha que loucura! Tua filha quer ir pra praia ver a lua!!! Agora!!!!!"

Meu pai riu e disse:

"Vai, vai sim, filha"

Mamis:

"Como?!!!!"

Meu pai:

"Ela é jovem, Lina! Tem de aproveitar!!!" (agora imaginem meu pai, com sotaque japonês e rindo falando essa frase).

Desculpem o off. Mas acho que criatividade surge quando a gente se solta assim. A gente não pode se prender. Ao fazermos isso, deixamos de criar. Ir pra praia ver a Lua foi uma atitude criativa. Talvez um programaço de índio, afinal, fomos até Mongaguá, pegamos comboio porque tinha neblina e, quando chegamos lá, chuva. Mas ficou a história, gravada a ferro e fogo, fórévis. E a lembrança da primeira vez que comi provolone à milanesa aperitivo.

******Post que escrevi num fórum de discussão sobre criatividade na comunidade do Orkut - Design Brasil*******

 



Escrito por Fabinas às 01h32
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