 |
|
|
Estou cansada e revoltada!
http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/noticias/75311_comentarios.shtml
Fecharam o lugar que eu mais amo (até o momento): PETAR. Parque Estadual e Turístico do Alto do Ribeira, conhecido pela grande quantidade de cavernas na região. Depois que passei por lá pela primeira vez, há quase 10 anos, minha vida mudou. Não, não é anúncio no estilo "Polishop" ou similares. Isso é a mais pura verdade! Real. Voltei forte, entendendo o que é a vida! Por isso, procuro voltar lá de vez em quando. Com isso fiz amizade com alguns moradores de lá. *suspiro*
Preocupa-me agora ver o que será desse povo, que nos últimos anos descobriu uma maneira de viver sem precisar apelar para a extração ilegal do palmito, por exemplo. O turismo mudou a população local de uma forma mais que positiva. Muitos voltaram a estudar. Todos fazem cursos para entender a sua região. Pessoas únicas!
Preocupa-me também a preservação. Aparentemente o Petar foi embargado por problemas na sua administração, por não estar adequada para receber turistas. Porém, por que algo assim não foi feito há 10 anos, quando fui pela primeira vez e os guias ainda estavam mal preparados, qualquer um podia entrar numa caverna sem um guia credenciado? Porque foi assim que fui da primeira vez: com um pessoal que estava lá passeando, uma excursão alheia que encontramos por lá a qual nos juntamos. O "guia" na verdade era a pessoa que organizou o passeio. Um professor que sempre vai pra lá a passeio. Gente boa, mas será que estavam preparados? Mais de 40 pessoas no grupo... pensando hoje, foi arriscado.
Hoje já não é mais assim. Já estão se organizando de uma forma boa. Não precisava embargar. Precisa solucionar.
Escrito por Fabinas às 17h37
[ ]
[ link ]
|
Nada
Nada na cabeça. Estranho, porque sempre que estou ocupada, vem milhares de histórias invadindo minha alma com vontade de aparecer por aqui. Mas preciso me concentrar. Não posso parar o que estou fazendo só para desenvolver por aqui, meu prazer sem fins lucrativos, essas idéias tantas que mal me deixam trabalhar.
Então decido por uma pausa. Estou cansada demais para voltar ao trabalho. Entro no blog. Acho que as idéias têm medo do palco: elas simplesmente desaparecem. Assim! Puf!!!
Não sei por que, ultimamente ando com vontade de aprender a plantar bananeira. Não literalmente, mas a brincadeira de ficar de cabeça pra baixo. Sei que meus braços não têm força para que eu consiga fazer isso neste momento (engordei uns quilinhos e deixei de fazer condicionamento físico faz tempo). Mas a vontade é tão grande... quanto a vontade de virar estrela. Nunca consegui isso quando era criança. Morria de medo de cair e me machucar. Acho que cresci assim, com medo. Não chego a ser uma medrosa fora de controle, como a gente via o Salsicha e o Scooby Doo nos desenhos. Mas sei que sou medrosa. Sou mais ousada do que muitos, mas poderia ser tanto mais! Tem tanta coisa que tenho vontade de fazer e não sei por que não faço. É como se eu me sentisse ser maior dou que sou de fato. Então me frustro comigo mesma. e me sinto assim... como um nada.
Disse que sou mais ousada que outros. Pode ser pelo excesso de inspiração, que acaba explodindo em algumas ações meio tortas. Entortadas pelo medo, claro.
Outro dia tive um dia muito agradável com meu namorado. Saímos mais cedo da escola de música, um sábado lindo, com um sol alto, mas nada irritante. Falei pro gostoso:
- Gostoso, vamos prum parque?
Ele respondeu:
- Ah, Fá...
Insisti:
- Gostos, vamos prum parque! O dia tá lindo!
Ele:
- Ah, Fá...
Tive de prometer que a gente ia lá e se sentaria sob uma árvore. E que eu deixaria ele cochilar. Não iria perturbá-lo pra gente fazer caminhadas ou corridas. Então fomos. Preparei uma mochila de livros, uma canga para estender na grama e fomos. Parque cheio, mas lindo. Encontramos um canto com sombra no meio de um gramado. Ficamos lá: ele dormindo, eu, ora lendo, ora observando a vida alheia, ora cochilando, ora pensando... quando ele cansou de dormir e eu de ficar ali parada, começamos a nos cutucar. Fazemos isso quando não temos o que fazer. É engraçadíssimo, porque ele morre de cócegas e normalmente não acerta muito bem fazer as cócegas em mim.
Vi então umas crianças com a família. Elas estavam tentando virar estrela. Parece que isso contagiou outras pessoas em volta. Vi uns grupos de jovens e até um pessoal mais adulto virando estrelas. Pensei "quero fazer isso também". E lá fui eu, meio tonta que sou, tentar virar estrela pela primeira vez aos trinta e poucos anos. Tentei várias. Falei:
- Namorado, me ajuda!!!
Ele, rindo muito:
- Ó: corre até lá do outro lado, vem correndo e vira.
- Assim vou cair!
- Vai nada! Vai ficar igualzinha a Dayane dos Santos.
Com raiva, fiquei tentando - e me divertindo a cada tentativa frustrada. Se quando eu era criança soubesse que cair na grama não doía, acho que hoje eu seria menos nada.
Escrito por Fabinas às 23h33
[ ]
[ link ]
|
Ética e Estética
Difícil essa história de cassação. Imagina só: você é um político. Mais: você é um líder no senado. Mais ainda! Você é o presidente da Casa!!!
Ou você é o presidente do Brasil.
Você lutou muito para alcançar esta posição. Mas você é um ser humano como todos, que comete seus deslizes, comete erros. Por isso, com o tempo, a gente aprende a conviver e a aceitar os nossos próprios erros. Aprende que nossos erros, talvez não sejam tão errados assim. Principalmente se mais gente concordar com essa idéia.
Quando uma denúncia surge, ela pode ser verdadeira ou não. Tua imagem ficará abalada para sempre. Todos são inocentes até que se prove o contrário - na teoria. Daí surge o desespero. Você faz de tudo para limpar tua barra e não perder tudo, certo?
O cara foi julgado pela quebra de decoro. E foi absolvido. Justamente, já que quem não deixaria de aceitar o pagamento das despesas pessoais por terceiros, não? Não importa se quem está oferecendo o presente é uma empresa contratada pelo serviço público. Justamente! Amizades surgem também no trabalho, não? E se errou em aceitar o presente, bem... ele é humano, como todos, não?
O CARA FOI ABSOLVIDO!!! PRECISAVA DE 41 VOTOS PARA LEVAR O CHUTE! Ganhou 35 votos contra 40! (ou algo assim). 35 votaram pela cassação. Mas curiosamente 43 parlamentares disseram ter votado pela cassação. Tem alguma coisa errada aí: alguém forjou a votação, não? Alguém sabotou a urna eletrônica. O painel de votação, os papéizinhos com as opções "fica" e "cai fora!" ou sei lá o que eles usam pra esse tipo de situação! Só pode, não? Porque político não mente, certo? Para ser político é preciso ser íntegro, ético, de moral inabalável, sincero, perfeito.
E daí vem uns especialistas e dizem que a culpa é do povo, que não sabe escolher seus políticos. Então, devia ter na escola a matéria: "mentira". Sim, uma matéria que só tratasse desse assunto. Mentira. 5 anos de aulas de mentira poderia apurar a percepção do povo brasileiro em relação às mentiras das namoradas, dos amantes, dos filhos, as que os políticos contam e até as mentiras da imprensa (imprensa mente também, nem que seja ao manipular a exposiįão dos fatos). Então, a culpa é do governo, que não cria uma lei exigindo a matéria "mentira" na grade curricular do ensino fundamental.
Mentiras, como os pós, bases, blushs, sombras, batons, botox, lipos, chapinhas... o povo brasileira está entre os maiores consumidores de produtos de beleza e clientes de cirurgiões plásticos do mundo! Aqui onde moro há cerca de 1 salão de beleza para cada 10 habitantes. Não sei como vão sobreviver, mas tão aí, concorrendo. Tá, exagero meu. Mas tá cheio!
Como um povo acostumado com tanta mentira na sua própria vida (quantos anos você tem? trint... vinte e cinco) pode não perceber as mentiras dos políticos? E como, percebendo as mentiras, pode ficar quieto?! Pode ficar pacífico diante tamanha palhaçada?! Como hoje, o "day-after", o povo pode estar trabalhando normalmente, falando do jogo do 3 a 1 do Brasil sobre o México? Como ninguém está de luto hoje?! Ou não tem ninguém marchando pra Brasília pra tentar desmascarar esse monte de mentiras???!!!
Ah! Isso não tem uma estética agradável, né? Eu teria de parar minha vida pessoal por isso - e isso não dá. Tenho filhos pra levar pra escola, meu trabalho para entregar. E pra isso que eu voto. Pros políticos resolverem essas pindaíbas. Sei lá se o cara foi acusado certo?! E se foi tudo uma armação pro indivíduo? Alguém que não gosta dele, armou tudo - igual mostram na novela. Coitado, né? Com certeza deve ter sido armação. Pra parar alguma coisa que devia ser votada, pra desviar a atenção.
É... bem, tem mais dois processos contra o cara. E O CARA NÃO RENUNCIA! Lógico: lutou tanto pra chegar lá! E os erros dele, bem... não devem ser tão errados assim, né? São só mais dois processos... 3? Ah! Tem um punhado ali. Deve ser tudo armação. Igual fizeram com o Collor... por que mesmo que derrubaram ele? E tão rápido?
Escrito por Fabinas às 12h56
[ ]
[ link ]
|
Inspirando
Eu era meio presa sim em casa. Mas eu mesma me prendia, porque achava que quem saía demais... bem... se perdia na vida. rsrsrs
Eu tinha uns 19 anos, meus amigos de cursinho passaram em casa num sábado início de noite gritando "vam pra praia vê a lua!!!".
Na minha cabeça ir pra praia implicava em: 1. alugar uma casa; 2. só em feriado prolongado; 3. é viagem, pô! não é igual ir ao shopping!!!
Meus pais não estavam, então usei isso como desculpa pra não ir. "Não vou se não puder avisar meus pais ANTES de ir." Meus pais chegaram bem na hora (rsrsrs). Falei com a minha mãe, já imaginando a resposta
"Cê tá doida?!"
Daí ela respondeu:
"Pergunta lá pro teu pai. Ele tá lá na rua."
Fomos todos. Eu, meus 4 amigos armários e mais duas amigas. Minha mãe:
"Olha que loucura! Tua filha quer ir pra praia ver a lua!!! Agora!!!!!"
Meu pai riu e disse:
"Vai, vai sim, filha"
Mamis:
"Como?!!!!"
Meu pai:
"Ela é jovem, Lina! Tem de aproveitar!!!" (agora imaginem meu pai, com sotaque japonês e rindo falando essa frase).
Desculpem o off. Mas acho que criatividade surge quando a gente se solta assim. A gente não pode se prender. Ao fazermos isso, deixamos de criar. Ir pra praia ver a Lua foi uma atitude criativa. Talvez um programaço de índio, afinal, fomos até Mongaguá, pegamos comboio porque tinha neblina e, quando chegamos lá, chuva. Mas ficou a história, gravada a ferro e fogo, fórévis. E a lembrança da primeira vez que comi provolone à milanesa aperitivo.
******Post que escrevi num fórum de discussão sobre criatividade na comunidade do Orkut - Design Brasil*******
Escrito por Fabinas às 02h32
[ ]
[ link ]
|
*
No meio de tantas coisas que tenho em minha vida, lá no meio, inexplicável, um vazio. Pesado, cansado, que me faz sentir sem sentir. Puxa para baixo os cantos dos meus lábios. Escuro, escurece meus sonhos. Impede meus passos.
Um vazio gozado: ao invés de trasformar minha vida numa cachoeira, impede que ela flua, como um dique, prestes a romper. Mas que não rompe nunca.
Um buraco negro, que seca tudo em mim. Não sobra nem gota de chuva, nem orvalho, nem soro. Talvez fique um pouco de sangue em pó.
Escrito por Fabinas às 03h04
[ ]
[ link ]
|
Sobretudo, o Mundo!
Faz tempão que não escrevo nada por aqui. Pra variar. Mas mil coisas fervem na cachola.
Nesse tempão todo, olha quanta coisa aconteceu:
- Rabino Henry Sobel, um dos grandes líderes judeus no Brasil, altamente considerado por líderes e estudiosos de todo o mundo é pêgo roubando gravatas numa loja elegantézima em Palm Beach.
- Caem aviões como se não fôssemos feitos para voar - parece até castigo divino! Ou demoníaco, vai saber.
- "Boyzinhos" batem em trabalhadora no ponto de ônibus e roubam sua bolsa. "Parte da balada, sabe cumé: a gente pensou que era prostituta..." - nem que fosse um cachorro! E o pai de um deles ainda reclama da prisão do filho. Tá, papel de pai. E vem o outro pai que se recusa a pagar fiança do filho que foi preso, porque acha que o filho deve mesmo é aprender a pagar pelos seus atos.
- E o Rio, de repente, cessa fogo em plena guerra civil em nome do Pan. De repente, só se vê e se fala em Pan. Nada contra os esportes, muito pelo contrário. Tudo contra a Hipocrisia.
- E eu, de repente, pego um avião pra Porto Alegre conhecer pessoas (m a r a v i l h o s a s, diga-se de passagem) que fiz amizade pelo Orkut!!! Tudo bem, a intenção era falar de design, coisa da minha profissão. Mas mesmo assim...
E tinha muito mais! Tudo isso prova que é impossível ter uma idéia do que vai acontecer comigo amanhã ou depois. Posso ficar milionária, como posso perder tudo. Como naquele Jogo da Vida. A diferença é que lá é só uns dadinhos e tudo acontece muito rápido. Tem um pouco de emoção - nada comparada à emoção real, de ver um incêndio e imaginar as vidas que ali viraram pó em poucas horas. As vidas que se incendiaram e as das que ficaram para recolher as cinzas reais.
Escrito por Fabinas às 02h21
[ ]
[ link ]
|
Vozes e VOZES!
Por coisas assim que agradeço a Deus pelos meus ouvidos.
<object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/bmYRQWYlDbM"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/bmYRQWYlDbM" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object>
Natalie Dessay, uma grande cantora francesa. Se você não tem muita paciência para esse tipo de música, sugiro que arranje alguma, porque depois da metade é algo de cair o queixo. Que controle! E que beleza!!!
Escrito por Fabinas às 18h12
[ ]
[ link ]
|
E Lá Vai Ele de Novo!!!
O quê? O tempo, oras! Voando que nem o Speed Racer nos desenhos que eu adorava [nem sei porque] quando era criança.
Todos os dias vêm me perturbar os pensamentos com milhões de idéias para dissertar por aqui. Falar sobre ser mulher. Falar de política. Falar sobre internetês x português. Falar sobre apreços culinários. Falar de arte. Reclamar da vida. Todos os dias imagino um texto sendo escrito no meu cérebro, principalmente quando estou andando, ou quando estou no banho. São coisas dos momentos solitários, que precisamos tanto para nos enriquecer internamente. As histórias vão pairando como nuvens em minha mente, mudando rápido de coelhos a montanhas, de carneirinhos a mares dourados flutuantes no fim da tarde.
PÁH! Acorda!!! Estou escrevendo como uma moça que conheci e, apesar de achar suas idéias interessantes, não me chego muito no seu jeito de escrever. Prolixo demais. Eu já sou prolixa. Se ficar lendo gente mais prolixa que eu, eu serei a própria prolixidade! Nem sei se a palavra existe, então invento.
Fiquei nos meus prolixos devaneios, essa névoa que engana o caminho que vamos percorrendo. Quando vejo, já estamos em março, quase abril, quase um ano mais velha. Quase um ano desde o post pouco abaixo apresentando o lindo piquinique no Jardim Botânico (LINDO!) de São Paulo.
Daí deu saudades do meu empoeirado blog. Quando entro, qual a surpresa: Já faz quase 3 meses sem escrever!!! Tempo maldito que me enche de rugas e cabelos prata quebradiços. Se ainda fossem suaves e curvilíneos... Tempo que enche tudo tão rápido de pó e teias de aranha, que faz com que perca prazos e que demora a passar nas situações mais dolorosas e doloridas. Nos sorrisos, voa! Malvado! Deixa eu fazer as coisas no MEU tempo, páh! Tenho certeza de que se fosse tudo na minha velocidade, apreciaríamos mais. A vida? Não. Tudo.
Escrito por Fabinas às 17h45
[ ]
[ link ]
|
Um Pouco de Orgulho em Minha Vida
Depois de mais de 10 anos sem estudar matemática, química e física, decidi prestar Fuvest.
Como podia, coloquei a primeira opção para Música - canto lírico. Sabia que não teria chances, porque nunca na vida estudei história da música e coisas do gênero. Fiz pra saber como era, e porque sou muito católica e acredito em milagres.
Chateei-me com a reprova na primeira opção. Para quem não sabe, primeiro a gente faz uma prova de aptidão - que foi em outubro, beeeeem antes da primeira fase. Prova teórica e depois a prática, ou seja, cantar algo para alguns professores avaliarem. Nessa, acho até que fui bem. Mas sei que fui muito mal na teórica.
Então, vamos à segunda opção: Design na FAU. Curso novo e bem concorrido na USP. Ano passado a nota de corte (da primeira fase) foi 61. E estava entre os dez mais concorridos. Tinha me programado para estudar um pouco nos meses de outubro e novembro. Mas o dinheiro falou mais alto e não pude recusar alguns servicinhos extra. Pena que o dinheiro foi pouco. O estudo, nenhum. Quando vi, já era véspera, eu com uma gripe absurda que não me deixava dormir.
Fui domingo passado totalmente desencanada fazer a tal primeira fase da Fuvest. A trintona lá no meio da molecada, com a sacolinha de tranqueiras pra mastigar durante a prova, um rolo de papel higiênico pro meu nariz e a permissão de ficar com um saquinho plástico do lado para usar como lixo dessas coisas todas. Observei em volta, numa das salas de aula do colégio em que estudei há quase quinze anos! Parecia que tinha voltado no tempo, só que com uns quilos à mais. Olhei para a menina do lado, que ódio! Nenhum pneuzinho, sentada, com uma calça jeans justa e uma blusinha agarradinha. Sem papada no pescoço ou marcas de expressão. Pena que tinha cara de cdf, com o cabelo amarrado numa trança apertada e óculos meio cafona.
Bem, nessa época eu também não era muito mais magra que hoje. Era até mais gorda de rosto e ficava péssima de camiseta - o que todo mundo usava no meu tempo. Fui melhorar mesmo depois dos 20 anos. Depois que saí da faculdade então! Detonei!
Voltando à prova, fui fazendo, sem pressa, lendo com atenção, tentando cavocar a resposta no meio da pergunta, tentando desesperadamente lembrar como se acha a raiz de x. Não preciso dizer que fui muito mal em matemática, química e física. Fui razoável em biologia e detonei boa parte do resto.
Na brincadeira, das 90 questões, acertei 53! Nem deu pra acreditar! Uma amiga novinha minha, a Roberta que sempre comenta aqui, comentou de amigos que estudaram e fizeram em média 45 pontos. Tenho certeza de uma coisa: a idade traz paciência para ler com atenção e entender as questões da prova. Aos dezessete, dezoito anos, somos mais MTV + emoticons, sem paciência para muitas letras. Só quem presta letras presta atenção no que está escrito! Como foi bom saber que consigo fazer 53 pontos na FUVEST sem estudar nadinha. Egão lá em cima.
Daí o egão despenca quando lembra que é covardia me comparar ao desempenho médio de meninos quase quinze anos mais novos que eu. É, não dá para comparar porque a cabeça é outra, o olhar sobre o mundo é outro e a experiência de quinze anos à mais pesa muito.
Então, para me gabar de verdade, terei de enfrentar gente grande, né? Pois bem, que venham os trintões jogar Master comigo! Mas esperem um pouco. Deixem que eu desfrute um pouco mais do fato de estar acima da média de todo um grupo. Foi tão legal receber o resultado do enem pelo correio e ver o gráfico mostrando que eu estava o dobro acima da média nos resultados...
Tá bom, não precisa me lembrar que a média dos resultados fez-se por uma maioria que estudou em escola pública com um ensino tenebroso. E 69% de rendimento (minha pontuação final) poderia ser bem melhor, né?
AH! FIZ 53 PONTOS NA FUVEST SEM ESTUDAR NADA!!! Se eu passar para a segunda fase aviso aqui!
Escrito por Fabinas às 17h41
[ ]
[ link ]
|
Arte nas Toneladas de Teias e um Peruá
Cá estou novamente, para tirar as toneladas de teias de aranha que se formaram na minha ausência.
Não, não estive viajando. Nem tããão atolada de serviço assim. Só faltou vontade de transformar meus pensamentos em palavras um pouco mais concretas que o vento. Pouquinho de preguiça, pouquinho de cansaço [tá bom, até que tenho trabalhado bastante, graças a Deus!]. Às vezes, o problema maior é organizar todas as idéias que borbulham para depois pipocar no meu sótão, feito macaquinhos. Essas palavras não são influência das altas horas que voam embebidas nas lágrimas de sono que vertem de meus olhos. Só estou assim, desse jeito, hoje. Vamos dizer que é o meu normal de hoje.
Pensando em arte. Parafraseando os livros da famosa série "Primeiros Passos" pensei, "o que é arte?"
Antigamente, em meio à minha santa ignorância que não me deixava sofrer tanto, era tudo muito claro. Arte é aquilo que dizem para mim que é arte. Afinal, nesta época, eu tinha professores e, como contestá-los?! Eles estão lá para saber de tudo com a mais absoluta e incontestável certeza. Muitos anos após o colégio, a faculdade e dois empregos, uma colega me pergunta: "e quem é que tem o direito de dizer o que é arte?". Eu: "Os estudiosos no assunto, oras!". Ela: "E quem garante que eles não erram?". Daí bateu. Caiu. A ficha - tá, provável que você não seja dessa época. Ficha telefônica. Hoje é cartão, mas quase não se vêem orelhões por aí. Todo mundo tem celular. Porém, esta não é a questão.
Percebi, com a tristeza de quem odeia perder uma discussão, que ela estava certíssima. A gente nasce e aprende com a experiência dos outros. Então, passamos nós por experiências próprias, que criam em nossas mentes verdades absolutas. Como esta que estou registrando neste exato momento. Porque, provavelmente, mais algumas pessoas vão se identificar com estas palavras e, tamém provavelmente, esta constatação se torne uma verdade - nem que seja num mundo paralelo de um grupo de nerds com pretensão de montar efetivamente um portal dimensional (seja lá o que isso possa ser).
Sabem por que eu odeio escrever neste blog? Porque eu tenho um tempo determinado para expôr minhas idéias, senão ele faz um logoff automático - o que geralmente me leva a perder alguns de meus breves textos. Antes que pergunte "Pq vc n tcl n wrd!", digo que não é a mesma coisa. Igual um monte de gente que ainda prefere ouvir bons discos de jazz ainda no vinil, porque cd não vem com o chiadinho típico. E quem disse que jazz é a melhor música? Os músicos? Esses que passaram anos tentando entender que raios é o jazz e, como não conseguiram entender muito bem, fingem que sim e falam difícil para que os simples mortais não possam compreender de que maneira aquele amontoado de sons desconexos pode ser chamado de arte?
Eis a garota dos olhos da humanidade. Depois da vida, da comida, da bebida e do sexo, a arte - que retrata tudo isso e mais alguns pecados do Homem.
Houve um tempo [acredito realmente que deve ter existido um tempo assim] em que não se precisava definir nem rotular muitas coisas. Mas o Homem começou a classificar tudo, para facilitar a transmissão dos conhecimentos adquiridos à posteridade. Imaginou só ter de descobrir todinha a lei da gravidade tudo de novo? A Terra ainda seria quadrada! O homem aprendeu a "documentar" - uma palavra que chegou a ser piada entre meus amigos por conta de um que disse "se tiver a documentação, eu aprendo!". Ele se referia a tudo mesmo, de música a culinária! Ele está certo - até certo ponto.
A arte se viu presa em meio tanta documentação, regras, paradigmas. O século XX mais o início desse XXI aqui, que vivo esquecendo, já chegou, parece ser o período da quebra de paradigmas. Em um século a Humanidade parece ter sofrido mais mudanças do que em seus três séculos anteriores! Provavelmente esse período será conhecido como a era das transformações, ou algo do gênero, um pouco mais bonitinho e complicado. Já tentaram batizar de era do conhecimento, mas já ouvi boatos de que esta era já mudou - em menos de cinqüenta anos!
Com esta rapidez, muda também a arte. Os artistas tentam mudar junto. Nessa corrida em busca da mudança, do novo o tempo todo, as documentações se perdem, paradigmas são quebrados. E perdemos junto a possibilidade de diferenciar o que é arte do que não é arte.
Outro dia, há muitos anos em uma aula de criação na faculdade, um professor tentou nos provar que arte é algo estudado, analisado, pensado, raciocinado, executado através de muito estudo e total domínio sobre a técnica utilizada. Arte deve, antes de tudo, ser uma ciência, uma obra consciente e não apenas um reflexo de uma inspiração de uma musa passageira que espirrou desastradamente sobre a cabeça do artista.
Pergunto agora, que penso um pouco mais do que na minha era da ignorância universitária: propaganda é arte? Um logotipo de uma empresa, pensado, estudado e criado à exaustão é uma peça de arte? Ou, porque foi encomendado e tem o único intuito de propagar uma mensagem comercial não pode ser considerado arte? Então, um prato elaborado por um chef é arte, mas o improviso da minha mãe com metade do perú que sobrou do ano novo é artesanato? O que foi, então, a obra de Michelangelo na Capela Sistina? Um anúncio tão bem elaborado do "propagare" da Igreja que virou arte?
Assisti hoje na televisão um comercial de um shampoo famoso [tão famoso que foi a marca mais lembrada em uma pesquisa de 2006]. Ele levantava a questão: Conquistar é fácil. O difícil é reconquistar. Se fosse um verso de Vinícius, é arte. Poderia até ser obra-prima, não? Mas é propaganda. Então não pode ser arte. Antes que alguém diga "Bah! Mas tu é publiciotária, lógico que vai defender teu peixe!".
Bom argumento. Então, vamos a outras áreas: arquitetura é arte. E é comercial. Mas é arte. Ou não? Um político com uma grande retórica, é um artista. Ou não? Um ator realiza uma grande interpretação em uma novela. Pena que era em uma novela, porque se fosse em teatro seria mais arte. É isso? Ginasta é artista? Ou dançarina é ginasta?
Pior! Voltando aos argumentos do meu antigo professor de criação sobre a arte ser uma criação totalmente consciente. Muitos anos atrás fui a uma exposição de um ícone da arte brasileira do meio do século passado (atenção: escrevi "do" e não "no", o que muda totalmente o sentido da frase!). O incrível é que era a arte de um interno de um hospício. Certo. Na época era louco, hoje, depois de ter comido o pão que o diabo amassou no tal hospício e falecido, é um artista. Gostaria de saber quem lucra com a arte dele hoje. E não pára por aí: tem peça de artesanato sendo tratada como obra de arte; e tem peças que mal são peças, como um pedaço de plástico azul no chão, que são consideradas arte. Provavelmente seja arte mesmo, porque ninguém teve coragem de dizer antes que isso era arte.
Afinal, o que é arte? Precisamos saber o que é? Qualquer coisa pode ser? Podemos limitar assim? Paulo Coelho e J Rowling não são artistas, porque o que fazem é muito simples? Arte precisa ser complicada? QUE RAIOS É ARTE???
*discussão iniciada há alguns anos; eventualmente renasce das cinzas e retorna em discussões como a de hoje na casa da Roberta-pescoço-furado.
**será que um dia algum maluco vai considerar meus textos uma forma alternativa de arte? Até que seria legal descobrir um dia que meus netos estudam meus textos no colégio.
***republicado por problemas de acentuação. se o problema persistir, favor informar à administradora do blog.
Escrito por Fabinas às 18h04
[ ]
[ link ]
|
Ditadura do Catupiry
Há uns quinze anos, comi pela primeira vez um pão de batata diferente. A grande novidade era o recheio de Catupiry. Até então, sabia apenas que era uma marca de queijo cremoso assim, meio cara. Pelo menos era essa a impressão que me passava.
Virei fã do salgado que era vendido no colégio. Como eu, aquele sabor suave arrebanhou uma legião de seguidores, ávidos por sentir novamente o vapor quentinho e macio em nossas bocas. Melhor ainda no inverno, com um chocolate quente, porque aos quinze anos, café não é exatamente um sabor apreciado.
Foi um sucesso tão grande que, rapidamente, a novidade se espalhou por São Paulo – e arrisco dizer, pelo Brasil. Acredito que a novidade da época movimentou o “mofado†mercado dos queijos: nos últimos quinze anos surgiram ou tornaram-se acessÃveis muito mais variedades de queijos do que nos quinze anos que antecederam o fato histórico do Catupiry no pão de batata. Logicamente que escrevo isso com todo o meu embasamento mercadológico que meu diploma poderia garantir ao meu olhar crÃtico e pessoal, ou seja, baseado apenas em meu ponto de vista e observação durante minhas idas ao supermercado.
Retomando: o Catupiry foi copiado, pirateado, clonado, imitado e até serviu de inspiração para outros similares, como o Cheddar. Com certeza, o cheddar surgiu para substituir a sensação do Catupiry nos lanches do McDonalds, afinal, Catupiry é marca. Como o McDonalds poderia vender um lanche com “Catupiryâ€? Se dissessem “requeijãoâ€, que é o que o Catupiry é de fato, perderia todo o glamour. Até nosso tupiniquim Habib´s tentou e tenta até hoje fazer seus fiéis seguidores engolirem o seu queijo “cremilyâ€. É assim que eles escrevem Catupiry em seus cardápios. Está escrito lá: “Pizza 4 queijos – mussarela, parmesão, gorgonzola e queijo cremilyâ€. Você pergunta ao garçom: “que raios é esse queijo aqui?†Ele responde: “ah! É tipo Catupiryâ€.
Cremily, Cheddar, requeijão... ele não só cresceu em variedade e nomes, como agora é aplicado em todos os tipos de guloseimas! De coxinha a estrogonofe. É, “ESTROGONOFEâ€, porque com Catupiry, só abrasileirando o nome do prato! O cúmulo, pra mim, é o cachorro quente com “Catupiry†E “Cheddarâ€! Além de todo o resto, básico, como batata palha sobre o purê de batatas e o “bacon†e queijo ralado.
Imagine o prato, e lá estará ele pra te atormentar o paladar novamente: pizza com borda recheada, coxinha de frango com Catupiry, quibe recheado, pastéis, tortas, purê de batata, panquecas, pipoca, comida tradicional mineira, salgados diversos com calabreza e o afamado requeijão. Molhos para macarronadas e não vou achar estranho se um dia encontrar um sushi com este recheio.
Fomos tomados por uma ditadura e mal percebemos!!! Logicamente que tanto Catupiry me levou a um excesso de peso. Decidi fazer um regime. Só comer coisas leves, evitar gorduras. Mas à s vezes precisamos comer fora. Já perdi a conta das vezes em que deixei de comer um salgado só porque tinha Catupiry. “Tem coxinha?†“Tem! Frango com Catupiry.†“Huuuummmm... tem alguma coisa sem Catupiry?†“Só o pão de queijoâ€.
Escrito por Fabinas às 02h43
[ ]
[ link ]
|
Piquenique!!!
Agora sim já tenho 31. Pode não parecer mas ainda estou comemorando!!! Por isso, tenho postado tão pouco por aqui...
A comemoração oficial mesmo, no dia 09, foi memorável: um belo piquenique no Jardim Botânico. É, gente pobre só come fora quando põe a mesa na calçada ou quando faz piquenique, ehehe...
Agora, sério: foi um dia perfeito. Sol na medida certa, uma brisa leve. E quando chegamos no parque, a única mesa do parque estava disponível! Foi muito gostoso, eu, meus pais, amigos e meu amorzinho. Naquele gramado verdíssimo, longe das buzinas e da poluição. Conselho de amiga? Vá visitar o Jardim Botânico! É lindo!!! Parecia que eu estava num daqueles filmes ingleses, com pessoas bonitas tomando lanche ao lado de um belo lago, com um gramado verde lindo, sem pagodão, sem churrasquinho, sem bola na minha cabeça. Mas, o principal: SEM PAGODÃO OU FUNK OU AXÉ...!!! Só os passarinhos!!!!
Só digo que gostaria de ter chegado mais cedo para aproveitar melhor o dia...

 
 
Escrito por Fabinas às 03h58
[ ]
[ link ]
|
Já!
Neste fim de semana (09/04) completo anos. De novo! Fabindows 3.1. Você lembra dessa versão do Rwindows? Então... ehehehe. Cheguei na idade do meu primeiro computador!!!
Ainda assim, mesmo perdida na vida, já conformada com a realidade real de ser adulta, insisto nos meus shows! E não é que a minha mais assídua leitora também é da banda agora? Tá, pra quem costuma ler - e ter paciência pra esperar por novas letras - por aqui, isso é novidade. Mas já é veinha: ela, a Roberta, entrou pra banda de tecladeira em agosto / setembro do ano passado. Ótima aquisição.
Pediu só dois meses de férias para se preparar pro vestibular. Entrou na USP e letras, sem cursinho! E ainda, trabalhando!!! Isso é que é tecladeira! E ainda toca mui bien, la tica.
Outra novidade na banda, foi a saída das duas guitarreiras. No lugar, entrou meu amor, minha paixão, um dos principais alicerces para as mudanças de rumo da minha vida há quase dois anos, Rogério!
Agora o batera botou na cachola que vai sair também. Ok. Eu não prendo ninguém à banda. Não vou acorrentar nem obrigar ninguém a nada. Então, estamos à caça de novo baterista. Daí, quem sabe, a gente consegue finalmente estabilizar a banda pra poder tocar nuns lugares melhores, criar algumas coisas nossas, beber até cair...
Mesmo quase sem batera, ele não ia embora sem se despedir de todos. Então, tem show na área. Pra comemorar minha versão 3.1, bota-fora do Eric, bota-dentro do Rogério e bota-dentro da USP da Roberta, SHOW, NESSA SEXTA, TODOS CONVOCADOS. Veja o Flyer:

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: NÃO FUI EU QUEM CONFECCIONOU O FLYER ACIMA. EU NÃO ACREDITO QUE EXISTA A PALAVRA "APARTI". TAMBÉM NÃO ACREDITO QUE TENHA SIDO ERRO DE DIGITAÇÃO (rsrsrsrs).
Espero todo mundo lá!
Escrito por Fabinas às 23h56
[ ]
[ link ]
|
Modernidade
Faz algum tempo (muito, na verdade), brinquei num show, durante uma música lenta, de levantar um celular aceso no lugar do isqueiro. Eu não fumo, não tinha isqueiro e queria interagir. Fui repreendida por quem estava comigo com um "Pára com isso!". Não costumo ligar muito pra essas coisas não, mas para não perder a amizade, parei.
Show do U2. Vejo pela tv: todo mundo acendeu o celular como isqueiros na música lenta.
ai, ai...
Sempre soube que celular não era telefone. Afinal, se pararmos para pensar, ter um telefone 24hs/dia escraviza. Se não tenho celular, e preciso sair, consigo desligar um pouco do trabalho. Mas, se tenho, das duas uma: ou ficam me ligando ou eu fico aguardando alguém me ligar. E se decido simplesmente não levar comigo, para tentar me libertar, sinto-me "culpada", "pecadora", como se estivesse fazendo algo errado ou irresponsável.
Mas as pessoas se renderam. Não ao telefone. À possibilidade de ouvir música em todo lugar. Peraí: existe walkman! Mas daí você não tem de carregar dois aparelhinhos. Quer mais motivos pra usar um celular? em breve você vai pagar até sua manicure com ele. Enquanto isso ainda não acontece aqui no Brasil (lá no Japão já têm disso!), podemos nos contentar com mais coisinhas. Também se renderam à possibilidade de tirar fotos em qualquer situação, sem parecer aquele japa chato que leva aquela máquina fotográfica no bolso 24hs/dia. Sério! Algo do tipo: "já que está aqui, por que não usar?" Ter uma máquina fotográfica em mãos durante uma reunião não é algo muito normal, a não ser que você seja um fotógrafo em reunião ou o japa chato. Mas daí o cara que você adora atormentar dorme ali e você não vai tirar a foto dele babando? "Já que meu celular tem câmera, vou usar!".
E agora, também filma! Ainda não muito bem, mas dou mais um ano para o filme ficar perfeito.
Voltamos ao show do U2. Repórter da Globo avisando: "Máquinas fotográficas e equipamentos de gravação não serão permitidos. Celulares com câmera podem entrar." Os executivos das grandes marcas devem ter dado pulos de alegria.
É... show do U2 no Brasil também mexe com a economia mundial.
O meu celular? O que ele tem? Uma lanterna. Só. Ah! Também faz / recebe ligações e até consegue salvar alguns números de telefone.
Escrito por Fabinas às 09h59
[ ]
[ link ]
|
Mudei de Novo
De ontem pra hoje, mudei o visu do meu blog mais uma vez. E ainda tenho muitas dúvidas se ele vai ficar assim. Quem sabe não mude uma vez por semana e use todos os modelos disponíveis no UOL?
Mas, por que a mudança tão rápida? Porque aquele estava ruim de ler. Eu queria algo com fundo escuro e letras claras, mas o que havia escolhido era fundo preto letras brancas... já tentou ler textos longos desse jeito? Deixa a gente vesgo.
Escrito por Fabinas às 11h08
[ ]
[ link ]
|
 |
| [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ] |
|
 |


| |
|



|
Meu perfil
BRASIL, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Música, Cinema e vídeo, teatro, HQ, arte, design, PETAR...
|
 |
|
Histórico
|
 |
Outros sites
A vida é bela! Especialmente se você toma Prozac!
Minha casa, sua casa!
do Pôlo
do Côura
da Vã
M A D A M E F E I A
da Paty
da Cousen
O Substituto - Fotoblog
da Rô tecladeira minha
|
 |
Votação
Dê uma nota para meu blog
|
 |

|
 |
|
 |